Assim como no primeiro dia, a movimentação junto à maioria dos locais de prova foi tranquila. No Colégio Júlio de Castilhos, o Julinho, onde os candidatos de administração fazem as provas, a concentração começou a se
intensificar por volta das 7h30min, uma hora antes do fechamento dos portões.
Apesar dos apelos dos coordenadores do vestibular, alguns estudantes chegaram no último minuto antes de os portões fecharem. Os fiscais chegaram ainda dar uma atenção especial para averiguar se havia candidatos
correndo em direção ao local da prova. Essa atenção especial é uma referência do conceito aplicado pela universidade para que nenhum aluno perca a prova, como afirmou o reitor em exercício, Rui Oppermann. "Não
queremos que nenhum estudante fique de fora. Mesmo assim, reafirmamos que existem horários e eles devem ser respeitados", disse.
Depois que os portões se fecham, cabe aos pais que aguardam do lado de fora a maior expectativa. Mãe da estudante Rayssa, de 18 anos, Eloísa Keitet, se preparava para enfrentar a espera da filha terminar a prova.
"Sabemos que é importante os pais darem apoio. É uma torcida sem pressão", afirmou ela. Rayssa, que já cursa administração na Fapa, se diz aliviada pelo fato de já estar cursando uma faculdade, o que diminui a pressão de
ser obrigada a passar. Mesmo assim, não diminui o desejo de ingressar na universidade federal.