A mobilização dos estudantes contou com o uso de alto-falantes, cartazes e faixas, para divulgar as propostas do Diretório Central dos Estudantes (DCE). A secretária-geral, Adriana Corrêa, que é cotista e está no 7º semestre de biomedicina, conta que uma das reivindicações é pela ampliação das cotas.
Atualmente, são 15% para autodeclarados negros oriundos de escolas públicas e 15% para alunos provenientes do ensino público. O grupo pede que sejam destinadas 25% das vagas para estudantes de escolas públicas e 25% para negros, independente de onde estudou anteriormente.
Outra solicitação é de cotas para deficientes, a exemplo do que ocorre na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), que dispõe de 10% das vagas para pessoas com algum tipo de problema físico. Além disso, o DCE pede a concessão de assistência estudantil a cotistas, como já é feito em universidades do Rio de Janeiro, por exemplo.