Por volta das 9h15min, os manifestantes se concentraram em frente à Prefeitura de Porto Alegre. A estudante do Colégio Estadual Júlio de Castilhos e integrante do Grêmio estudantil, Marcela Pellin, explicou que o ato também é para chamar a atenção dos governantes para a educação. “As escolas em todo Brasil estão precarizadas e isso só vai mudar com a pressão aos governos, que hoje garantem uma Copa do Mundo para os empresários e pra FIFA, mas não garantem uma saúde de qualidade para a população e uma educação de qualidade”, disse. Os alunos do Colégio Júlio de Castilhos tentarão entregar ao governador uma caixa que reúne opiniões sobre como é estudar em escola pública.
Por volta das 10h, os manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Piratini, onde representantes das escolas falaram para que o governador Tarso Genro pudesse ouvi-los. Em carta, os estudantes pediram mais investimentos na educação, criticaram a reforma do ensino médio e acusaram o governo de ignorar manifestações anteriores. Além disso, exigiram o fim da criminalização dos movimentos sociais e da repressão violenta que sofrem por parte da Brigada Militar (BM).
* Com informações do repórter Dico Reis da Rádio Guaíba