A conclusão do relatório foi baseada no argumento de que, ao permitir que mulheres dirijam, amplia-se a mistura de gêneros e estimula-se o sexo. O viés altamente conservador sugere que está crescendo a pressão sobre o rei Abdullah, 87 anos, para que permaneçam intocadas as regras que impedem as mulheres de dirigir na Arábia Saudita. Não havia informações sobre se a pesquisa foi solicitada pelo Conselho Shura - composto apenas por homens - ou enviado independentemente por Subhi.
A família real da Arábia Saudita baseia sua legitimidade nas instituições religiosas do reino, que seguem uma linha do Islamismo conhecida como Wahhabismo. Embora tenha demonstrado abertura a algumas mudanças relacionadas aos direitos das mulheres, Abdullah tenta avançar com cautela nesse sentido para não esbarrar na forte oposição dos clérigos.