Com a viagem marcada para 9 e 10 de abril, Dilma considerava essencial obter um número significativo de vagas nos EUA. Queria que os americanos se comprometessem pelo menos com o mesma quantidade oferecida pelos alemães - 10 mil em quatro anos. Obteve o dobro.
"É para os Estados Unidos que vamos mandar o maior número de estudantes e pesquisadores do programa", afirmou o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, depois do terceiro encontro da Comissão Mista Brasil-EUA de Cooperação Científica e Tecnológica, no Itamaraty.
O número representa 20% das vagas que os EUA oferecerão em intercâmbio para a América Latina. "Brasil e EUA têm desafios semelhantes em várias áreas, a cooperação faz muito sentido", avaliou o conselheiro científico da Casa Branca, John Holdren.