“No yoga eu encontrei um alívio. Era onde eu conseguia deixar a mente vazia. Quero levar o mesmo para outras pessoas”, afirmou. Para isso, a professora também prentede desmistificar o conceito que muitas pessoas têm sobre a prática. “Yoga não é colocar o pé na cabeça e nem meditar dizendo oun”, ressaltou. Segundo ela, através da prática é possível amenizar sentimentos e sensações, como a ansiedade e a depressão. “É difícil dizer o que é o yoga. Ele precisa ser sentido e experimentado. Ele chega em cada pessoas de uma forma”, argumentou.
Foto: Guilherme Testa
As primeiras edições do evento ocorreram na praça Júlio Mesquita, em frente a Usina do Gasômetro. Entretanto, devido às condições climáticas, o encontro passou a ocorrer na Usina do Gasômetro. Porém, com o iminente fechamento do local para reformas, a professora necessita de um novo espaço público para realizar a aula gratuita. “Tentei a Casa de Cultura Mário Quintana, mas disseram que não é possível”, disse.
Em média, cerca de 50 pessoas participam da aula mensal. No evento ocorrido neste domingo, foram mais de 60 participantes. “É a segunda vez que participo. É uma forma muito boa para disseminar a prática. Eu mesmo pratico há pouco menos de dois anos, e acho ótimo que se pode fazer yoga em qualquer lugar”, relatou a estudante Mayara do Couto, 27.