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Evento mensal em Porto Alegre reúne dezenas de pessoas para aula de yoga

Iniciativa criada em fevereiro busca espaço público para realização dos encontros

Neste domingo foram mais de 60 participantes
Neste domingo foram mais de 60 participantes Foto : Guilherme Testa
No primeiro domingo de cada mês dezenas de pessoas se encontram na Usina do Gasômetro em busca de paz e equilíbrio. É o que o yoga proporciona a elas. A iniciativa foi criada em fevereiro através das redes sociais, e cada vez é adotada por mais praticantes. Segundo a criadora e organizadora do evento gratuito, a professora Simone Rocha da Silva, o yoga permitiu que ela superasse a síndrome do pânico e, da mesma forma, ela espera auxiliar outras pessoas na superação de suas dificuldades.

“No yoga eu encontrei um alívio. Era onde eu conseguia deixar a mente vazia. Quero levar o mesmo para outras pessoas”, afirmou. Para isso, a professora também prentede desmistificar o conceito que muitas pessoas têm sobre a prática. “Yoga não é colocar o pé na cabeça e nem meditar dizendo oun”, ressaltou. Segundo ela, através da prática é possível amenizar sentimentos e sensações, como a ansiedade e a depressão. “É difícil dizer o que é o yoga. Ele precisa ser sentido e experimentado. Ele chega em cada pessoas de uma forma”, argumentou.


Foto: Guilherme Testa

As primeiras edições do evento ocorreram na praça Júlio Mesquita, em frente a Usina do Gasômetro. Entretanto, devido às condições climáticas, o encontro passou a ocorrer na Usina do Gasômetro. Porém, com o iminente fechamento do local para reformas, a professora necessita de um novo espaço público para realizar a aula gratuita. “Tentei a Casa de Cultura Mário Quintana, mas disseram que não é possível”, disse.

Em média, cerca de 50 pessoas participam da aula mensal. No evento ocorrido neste domingo, foram mais de 60 participantes. “É a segunda vez que participo. É uma forma muito boa para disseminar a prática. Eu mesmo pratico há pouco menos de dois anos, e acho ótimo que se pode fazer yoga em qualquer lugar”, relatou a estudante Mayara do Couto, 27.