O comandante militar do Sul, general de Exército Carlos Bolívar Goellner, explicou que a comemoração foi adiada em função do feriado de Carnaval. Ele disse que a batalha representa a participação brasileira na guerra. “A atuação foi reconhecida pelas forças, que estavam no comando”, afirmou.
Um dos pracinhas, que é diretor de Relações Públicas da FEB, Rubem Barbosa, de 86 anos, lembrou dos seus 18 anos como desmontador de minas. “Sabíamos que era uma luta importante, que foi determinante para a derrota dos nazistas”, avaliou. “Fazia cerca de 5ºC e subimos o morro. Mais de 200 soldados morreram. O momento é de tristeza por eles e de alegria por termos sobrevivido". Barbosa seguia à frente da tropa desarmando as minas e não escapou de estilhaços. “Desci o morro rolando”, contou.
Durante a cerimônia, alguns militares receberam a medalha Marechal Mascarenhas de Moraes. Os oficiais marcharam ao final da celebração e depois foram ao Museu Militar, onde ocorreu uma apresentação do tenor João Aparecido.