Quatro jipes do Exercito e homens da cavalaria também fazem patrulha no entorno e há dois barcos da Marinha em frente ao hotel. As ruas ao redor serão fechadas a partir da meia noite de domingo, até à meia noite de segunda-feira.
A rotina do hotel não foi modificada e os hóspedes e turistas podem chegar e entrar normalmente. As pessoas também estão podendo transitar sem restrições e passar na calçada do hotel, sem qualquer tipo de abordagem. Os carros que chegam com hóspedes estacionam sem problemas em frente à portaria. Dois carros da Polícia Federal - do Grupo Antibombas e do canil da corporação - chegaram por volta das 14h30 para fazer a varredura no local, onde ocorrerá o leilão do Campo de Libra nesta segunda-feira, a partir das 14h.
O guardador autônomo Antonio Marcos Gomes, 43 anos, que trabalha no estacionamento em frente à praia, ao lado do hotel, há mais de 20 anos, disse que "a escolta está forte. Chega a impressionar. Não há quem se atreva a fazer encrenca aquí", disse referindo-se ao aparato militar destacado para a área.
Os donos dos dois quiosques instalados na orla, quase em frente ao Windsor Hotel, estão prevendo prejuízo para amanhã, porque já foram avisados de que não poderão abrir para o público porque toda a área será cercada por grades de ferro, que se estenderão até a areia da praia. Há uma margem de segurança de mais de 1.000 metros que será ocupada pelas forças de segurança para evitar a aproximação de manifestantes. Até mesmo os banhistas vão ficar impedidos de usar aquela faixa da areia da praia.