Além da condenação, a denúncia pede que os envolvidos devolvam R$ 212 mil reais, em valor atualizado, equivalentes ao que foi gasto no edital da concorrência. Em 2006, na primeira gestão do ex-prefeito José Fogaça, suspeitas de favorecimento em licitação para os serviços de coleta de lixo levaram o MP, o Ministério Público de Contas e a Polícia Civil a instaurar uma Força-Tarefa para apurar as denúncias.
A representação contra Selistre é resulltado da iniciativa, encabeçada pelo promotor César Faccioli; o procurador-geral do MPC, Geraldo da Camino, e a titular da Delegacia Fazendária da Polícia Civil, Patrícia Pacheco. Entre os levantamentos feitos à época, foi constatado o pagamento de suposta propina, por empresas que disputavam a licitação, para o consultor Fábio Pierdomenico, contratado pela prefeitura para acompanhar o processo e conferir se o vencedor estava apto a prestar os serviços.