O médico sanitarista, que ficou três meses à frente da instituição, apontou deficiências, além de medidas para saneamento. O secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, admitiu que as condições do local precisam ser corrigidas e prometeu agir. Contudo, lembrou que a situação foi herdada de gestões passadas.
O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) aponta que faltam funcionários, a área física tem sérios problemas de conservação, há muita umidade e atendimentos feitos por profissionais de fora, pagos pelos pacientes.