Padilha sustenta que o trato entre Opas e o Ministério da Saúde de Cuba segue regras similares para 60 países. "Não é um acordo que tenha por objetivo dar sustentação política a esse ou aquele regime. Temos mais de 5 mil médicos realizando um atendimento aprovado pela população exatamente nas áreas onde não temos profissionais para cuidar dos brasileiros mais carentes", disse em nota.
O ex-ministro afirma que as regras firmadas no acordo são transparentes. "Os casos isolados devem ser analisados individualmente respeitando as decisões pessoais, mas também as regras contratadas entre as instituições e seus profissionais", destaca.
Pelo acordo, profissionais que se desligam do programa perdem o visto de permanência no País e a licença para trabalhar como médicos. Ele termina a nota salientando que o País tem regras que tratam da concessão de asilo, que seguem diretrizes de convenções internacionais. "Todas elas têm de ser cumpridas, levando-se em conta que o direito das pessoas vem em primeiro lugar".