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Explosão em condomínio: interdição total deve durar no mínimo mais dez dias

Primeiro laudo técnico deve ser encaminhado nesta quinta-feira à Prefeitura

Primeiro laudo técnico deve ser encaminhado nesta quinta-feira à Prefeitura
Primeiro laudo técnico deve ser encaminhado nesta quinta-feira à Prefeitura Foto : Ricardo Giusti
A interdição total do condomínio Vivendas do Parque, onde vivem mais de 70 famílias, no bairro Boa Vista, em Porto Alegre, deve perdurar por, no mínimo, mais dez dias. O local registrou explosão em dos apartamentos do quarto andar de uma das alas, no domingo passado. A coordenadora de manutenção predial da Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb) da Capital, Eliana Bridi, estima que esse seja o prazo para a conclusão das obras de reparo no prédio, etapa anterior à liberação. Ela deixa claro, porém, que o retorno das famílias depende da agilidade da empresa que realizar o serviço.

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Nesta quinta, a administração do condomínio deve encaminhar à Smurb o primeiro laudo descrevendo as avarias e os reparos que devem ser feitos em função da explosão. O documento era aguardado hoje pela Prefeitura. Conforme Eliana, após apontarem os estragos causados, as equipes de engenharia vão poder iniciar os trabalhos de reparo.

A Defesa Civil Municipal ratifica que enquanto não for apresentado laudo sobre as condições de estabilidade e segurança do edifício, o condomínio vai permanecer sem previsão de liberação. Mais de 200 moradores seguem, desde domingo, fora de casa. As causas da explosão ainda não foram esclarecidas, mas a suspeita inicial é de um vazamento no sistema de gás.

Saiba mais

A explosão ocorreu em um apartamento do quarto andar, o que causou danos em praticamente um pavimento inteiro. Dos três feridos, apenas a moradora do apartamento onde ocorreu a explosão, identificada como Cláudia Centeno, de 45 anos, teve partes do corpo queimadas e segue internada com quadro estável no Hospital Cristo Redentor.

Vidros, janelas e persianas quebraram com a explosão. A parede da cozinha do apartamento onde o incidente ocorreu chegou a cair e a porta corta-fogo – que isola os corredores das escadas – foi arrancada. Um elevador também despencou e parou de operar.