Segundo o tenente-coronel Mauro Sérgio de Oliveira Francisco, chefe da Comunicação Social do Corpo de Bombeiros, a atenção maior foi para uma grávida e um homem hipertenso. De acordo com o militar, só uma perícia mais detalhada poderá esclarecer o que causou a explosão. “É prematuro dizer qualquer coisa agora”, comentou. A perícia será feita imediatamente e o laudo ficará pronto nos próximos 30 dias. Cerca de 15 viaturas e 40 militares foram acionados para a operação.
Oliveira destacou que a retirada das pessoas do prédio foi feita com rapidez. “As pessoas saíram rapidamente, e usaram as rotas de fuga, tanto que não tiveram problemas de desmaios e nenhuma situação grave”, avaliou. Esta é a segunda vez que ocorre uma explosão no prédio. Em fevereiro deste ano, um problema parecido, também na subestação da CEB, causou danos. Segundo o subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério das Comunicações, Ulysses Melo, a explosão ocorreu em outra subestação. No problema anterior, o prédio ficou alguns dias funcionando com geradores de energia instalados na área externa. A subestação que pegou fogo foi substituída, com um custo de R$ 300 mil.