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Fêmina pede que gestantes procurem outros hospitais na Capital

Instituição só atende casos de risco iminente para a mãe ou para o feto

Fêmina pede que gestantes procurem outros hospitais na Capital
Fêmina pede que gestantes procurem outros hospitais na Capital Foto : Cristiano Estrela
A direção do Hospital Fêmina pede às gestantes que procurem outros hospitais devido à superlotação do Centro Obstétrico (CO) da instituição. O setor, que atende pelo SUS, dispõe de 15 leitos e está com 26 mulheres internadas. A UTI Neonatal, com capacidade para 30 bebês, também trabalha acima da capacidade, com 34 recém-nascidos em atendimento. Desde a manhã desta terça-feira, o hospital só recebe casos graves, de risco iminente para o feto ou a mãe. O Fêmina responde por 27% dos partos de Porto Alegre, o equivalente a mais de 500 por mês.

Outros hospitais da Capital, também equipados com UTI Neonatal e Centro Obstétrico, atuam no limite da capacidade. No Clínicas, os 20 leitos da UTI Neonatal, que atende pelo SUS, estão ocupados e, no Centro Obstétrico, há duas vagas, entre as sete disponíveis. No Complexo Santa Casa, a capacidade é de 40 leitos entre atendimentos de SUS e convênios/particulares, e todos se encontram ocupados. No Centro Obstétrico, metade dos dez leitos está disponível.

O Hospital da Criança Conceição atende 30 bebês, capacidade máxima da UTI pelo SUS. No setor obstétrico, o movimento é tranquilo, conforme a assessoria de imprensa da instituição. No São Lucas da PUC, estão disponíveis cinco dos 28 leitos para recém-nascidos do SUS. No Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas (HMIPV), há duas vagas abertas entre as 20 da UTI Neonatal. No Centro Obstétrico, há três disponíveis entre as 10 do setor.

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