Serão atualizados os sistemas de comando e controle, do radar de vigilância aérea, e dos equipamentos de guerra eletrônica, incluindo as ferramentas para proteger a aeronave de interferências provocadas por inimigos. Foram compradas seis estações de planejamento e análise de missão, para treinamento e aperfeiçoamento das tripulações. O contrato para a modernização, firmado entre a FAB e a Embraer Defesa e Segurança, chega a R$ 430 milhões.
Os aviões são capazes de realizar missões de gerenciamento do espaço aéreo, posicionamento de caças e controle de interceptação, inteligência eletrônica e vigilância de fronteiras. Eles entraram em operação em 2002, como parte das aquisições voltadas para o controle e defesa da região Amazônica.