Um dos exemplos é a rua Marcos Spritzer, próximo a avenida AJ Renner. Localizada entre as ruas Maria Flor Vieira e André Rossi, a via não tem nenhuma placa de identificação. Morador há mais de 40 anos do bairro Floresta, Daniel Benthlin, 68 anos, conta que muitas vezes as pessoas se perdem. “Só quem conhece para saber, caso contrário é fácil se perder”, contou ele. Alguns vizinhos improvisaram placas particulares para não terem mais esse problema.
A falta de sinalização também afeta os moradores dos bairros Cruzeiro e Rubem Berta. As avenidas principais normalmente estão sinalizadas. A instalação de placas é feita pela EPTC com os pedidos encaminhados pela Câmara de Vereadores, quando há a aprovação de um projeto que dá nome à rua.
Atualmente, o serviço está passando por uma reestruturação. No final do ano passado, a Prefeitura criou um Grupo de Trabalho (GT) do Mobiliário Urbano para a realização de um levantamento sobre toda a estrutura de mobiliário que faz parte da Prefeitura, incluindo as placas de identificação das ruas e avenidas. Com o relatório pronto, os resultados vão servir de base para a preparação de uma licitação do mobiliário urbano.
Segundo a coordenadora do Gabinete de Planejamento Estratégico, Izabel Matte, levantamento preliminar prevê que existem mais de 42 mil pontos que deverão ter sinalização. Desse total, porém, não existe levantamento de quantas localidades não têm placas. “Com a conclusão do estudo e a contratação da empresa, todas esses logradouros passarão a contar com placas”, prevê.