O assalto ocorreu no cruzamento entre as ruas Pirapó e Sinimbu. “Meu pai foi atrás e perguntou o que poderia fazer para resgatar a cachorra. O homem apontou a arma e disse ‘fica onde tu está’, e foi embora”, lamentou a filha, Marianna.
As imagens de uma residência mostraram que o homem fugiu em um carro de cor prata. Uma ocorrência foi registrada na 8ª Delegacia de Polícia Civil. Casos semelhantes já aconteceram na Praça da Encol. Quem tiver informações sobre a lhasa apso pode entrar em contato com os donos pelos telefones 8197-4493 ou 9967-0770. A família pretende recompensar a pessoa que informar a localização correta de Ping Fu. Cartazes da cadela já foram colocados em diversas petshops. A família também procurou por animais de estimação à venda no site Bom Negócio.
Ping Fu está há cinco anos com a família. “Foi minha primeira cadelinha. Quando morávamos em uma casa do nosso avô, como ele não gostava de cães e minha avó é alérgica, não podíamos ter. A Ping Fu é uma prioridade na nossa vida, nunca a deixávamos sozinha. Em qualquer saída, alguém ficava em casa com ela”, contou Marianna.
O nome Ping Fu, nome de origem chinesa significa acalmar, serenar. A lhasa apso foi adquirida depois que a irmã de Marianna teve uma crise de ansiedade e o psiquiatra indicou a aquisição de um cão de raça tranquila. “Ela escolheu meu pai como dono dela e está sempre na volta. A Ping Fu tem um temperamento forte, late para estranhos, mas é muito carinhosa”. Uma pessoa enviou mensagem avisando ter encontrado um cão parecido na avenida Donário Braga, no bairro Rubem Berta, mas, ao retornar ao local, não encontrou o animal.