A Polícia Civil investiga o caso, mas solicitações de quebra de sigilo bancário e telefônico poderão ser solicitados somente após o feriado de carnaval. Buscas já foram realizadas em todos os hospitais da cidade. “Por enquanto, já realizamos oitivas, visitamos locais onde ela poderia ter ido. Também solicitamos imagens de câmeras de monitoramento de alguns lugares. Por hora, nada conclusivo”, disse o titular do 5º Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa da Capital, Adriano Melgaço.
De acordo com a família, Rejane tomava medicamentos para controlar uma depressão. Ela é psicóloga e atualmente trabalhava como operadora de caixa em um supermercado. Para qualquer informação que leve ao paradeiro de Rejane, a família disponibilizou os telefones (51) 9137-1775 e (51) 9276-5264. No Facebook, os filhos também estão divulgando relatos sobre o sumiço.
Relato de uma das filhas
"Pessoal, ainda nenhuma notícia da minha mãe, Rejane Jost, a melhor pista que temos é que talvez tenha ido para o Lami, já que estava no histórico de busca do dia. Se alguém tem conhecidos por esses lados favor perguntar se viram ela por lá. Hoje fomos na delegacia dar depoimento. Esperamos que as autoridades façam alguma coisa, e temos fé. Se Deus quiser ela vai aparecer para que nós possamos cuidar dela. Obrigada a TODOS que estão dando apoio, que estão ajudando como podem, que compartilharam. Vocês não tem noção de como uma mensagem de carinho é importante nesses momentos.