Promovido pela prefeitura da Capital, por meio da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), a 232ª edição do evento no Largo Glênio Peres começou na terça-feira, e as 65 bancas ficaram abertas durante 24 horas, até o meio-dia da Sexta-Feira Santa, data de maior movimento. Cinquenta e seis pescadores e piscicultores venderam os produtos diretamente aos consumidores, que lotaram o local em busca de pescado.
Na Restinga, em três dias, foram comercializadas 15 toneladas de pescados e duas toneladas de peixe vivo, contra uma expectativa total de 18 toneladas. Além das seis bancas que venderam a tradicional carne consumida na Sexta-Feira Santa, os visitantes conferiram outros 13 estandes com produtos locais (sete de artesanato, uma de vinho e sucos de uva, uma de hortaliças e frutas e quatro de alimentação).