A Fepam chegou a se preocupar, inicialmente, com a possibilidade de o ácido entrar em contato com cursos d'água que seguem para a Lagoa do Marcelino, mas testes não indicaram alterações. Os biólogos e técnicos da entidade deixaram o local por volta das 17h30min, sem identificar contaminações graves.
"Há indícios de que parte da carga possa ter entrado em contato com recursos hidrícos superifciais da redondeza", reconheceu o bíologo-técnico do serviço de emergências da Fepam, Diego Hoffmeister. "Mas através de vistoria nos cursos proximos, e no ponto em que estes desembocam na lagoa, não identificamos características adversas ao meio-ambiente", garantiu.
Até o término dos trabalhos, os funcionários da Fepam pediam para que a população evitasse circular na área da BR 101. Segundo a estimativas da Fepam e da Polícia Rodoviária Federal, cerca de 10 mil litros de ácido fórmico vazaram. Uma carga de cal foi despejada sobre o produto químico para neutralizar a acidez.