Diefenbach ressaltou que cada um dos inquéritos será analisado individualmente. Segundo ele, há risco de ter muitos processos já terem prescrito, enquanto outros podem não ter solução por conta de fatores como falta de provas.
O gestor esclareceu que o objetivo é no futuro não se repita este tipo de problema, de modo que os crimes de homicídio tenham solução. Ele afirmou também que os processos judiciais são lentos e precisam ser agilizados. O promotor finalizou dizendo que as autoridades não querem que a população tenha a sensação de impunidade.