Segundo a Metsul Meteorologia, nesta semana foram registrados índices de umidade do ar abaixo dos 20% no Oeste do Rio Grande do Sul, além de temperaturas que ultrapassaram os 36°C. Tal situação representa uma condição adversa para a saúde, podendo causar ressecamento de mucosas do nariz e da garganta, inflamação das vias aéreas superiores, podendo desencadear sensação de secura e ressecamento da mucosa nasal, sangramento, obstrução nasal, espirros, dificuldade para respirar, tosse, além de crises de asma e rinite.
A baixa umidade do ar igualmente pode elevar o risco de infecções respiratórias, agravar as doenças respiratórias preexistentes, como asma, bronquite, rinite e enfisema. Ressecamento da pele e irritação dos olhos, com vermelhidão, ardência, sensação de areia, coceira e aumento das conjuntivites alérgicas também preocupam.
De acordo com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), os sintomas podem ser intensificados na presença de poeira e outros poluentes atmosféricos. Crianças, idosos e pessoas que já possuem histórico de doenças respiratórias crônicas são os grupos mais vulneráveis neste período e precisam redobrar os cuidados.