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Fortunati confirma liberação de verba para revitalizar o Mercado Público

Iphan aprovou a primeira parcela de R$ 6,5 milhões para as obras

Iphan aprovou a primeira parcela de R$ 6,5 milhões para as obras
Iphan aprovou a primeira parcela de R$ 6,5 milhões para as obras Foto : Ricardo Giusti / CP Memória
O prefeito José Fortunati confirmou nesta quarta a liberação da primeira parcela dos recursos para a revitalização do Mercado Público, em Porto Alegre. Via Twitter, o chefe do Executivo municipal escreveu que recebeu a comunicação da verba de R$ 6,5 milhões da presidente do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema de Sousa Machado.

O projeto receberá R$ 6,5 milhões como primeira parte dos R$ 19,5 milhões confirmados no PAC Cidades Históricas. O montante aprovado refere-se à recuperação da alvenaria afetada pelo incêndio ocorrido em julho deste ano. “A confirmação da primeira parte dos recursos nos permite avançar na recuperação deste importante patrimônio da nossa Capital. O trabalho alinhado com os permissionários e a parceria com o governo federal são fundamentais para que devolvamos o Mercado Público ainda melhor aos cidadãos, o mais rápido possível”, enfatizou Fortunati.

Com a aprovação do orçamento pelo Iphan, o município enviará a documentação necessária ao órgão federal para formalizar o termo de compromisso que permitirá a liberação dos recursos e a contratação do fornecedor. Para viabilizar o investimento de forma célere e com estrutura definitiva, sem recorrer à cobertura provisória, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) realizou estudos, juntamente com a Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural (Epahc), e emitiu parecer favorável à contratação das empresas que realizaram a restauração do prédio público na década de 90.

O incêndio

O Mercado Público da Capital foi reaberto no dia 13 de agosto, pouco mais de um mês após o quarto incêndio de sua história. O sinistro ocorreu na noite de 6 de julho. Por volta das 21h, cerca de 20 minutos depois do começo do incêndio, boa parte do segundo andar já havia sido consumida pelas chamas.

Diversas explosões ocorreram dentro do edifício, provavelmente provocadas por explosões de botijões de gás. O incêndio chamou a atenção de muitas pessoas, que se concentravam nas cercanias do prédio histórico. Dois dias depois, foi constatado que um curto-circuito de grande proporção foi responsável pela propagação das chamas.

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