Fortunati confirmou que trabalha com a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) e as prefeituras de Cachoeirinha, Gravataí e Alvorada, na região Metropolitana, para criar uma solução definitiva para a área. Ele também falou que os moradores devem procurar ressarcimento por meio da Justiça, pois a prefeitura não vai indenizar ninguém porque não tem culpa do ocorrido.
A Polícia Civil investiga a possibilidade de que o rompimento tenha sido intencional. Segundo o titular da 22ª Delegacia de Polícia, delegado Omar Abud, após rumores que indicavam esta hipótese, um inquérito policial será instaurado para descobrir o que causou a ruptura. Fortunati confirmou as suspeitas e disse que o Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) tinha provas fotográficas para passar à investigação. “O que chama a atenção é a dificuldade de chegar no dique. Na madrugada, se notou que tinha marcas de corte de árvore. Há dois anos tivemos um princípio de sabotagem. Há interesse dos moradores de Alvorada que se tenha a vazão da água represada”, afirmou.
A prefeitura de Porto Alegre arrecada mantimentos para os moradores das vilas afetadas pelo rompimento do dique do arroio Feijó. Secretarias e departamentos da cidade arrecadam alimentos, roupas e mantimentos para os necessitados.
O que mais se precisa são materiais de limpeza, higiene e alimentos, que estão sendo recebidos na Escola Municipal de Ensino Básico Dr. Liberato Salzano Vieira da Cunha (rua Xavier de Carvalho, 274, bairro Sarandi) e nos postos do Mercado Público (Largo Jorn. Glênio Peres, s/n, Centro Histórico) e da Fasc (avenida Ipiranga, 310).
Com informações do repórter Nildo Júnior