O gerente de Engenharia da concessionária, Fábio Hirsch, estima que, até o feriado do dia 7 de setembro, a estrada esteja totalmente liberada. Reparos emergenciais garantiram a manutenção do fluxo de veículos sobre a ponte nos últimos meses, mas foram necessários estudos para projetar a reforma definitiva.
“Fizemos a investigação da obra e coletamos todos os dados para a análise estrutural”, explicou. Ele disse que de março a junho, amostras de concreto das vigas, dos pilares, das lajes e do aço foram levadas para laboratório e comparadas com outras partes da estrutura, que não chegaram a ser avariadas. Com isso, os técnicos concluíram que a ponte não precisava ser destruída. “Foi demorado, porque o projeto é da década de 1970, e tivemos que calcular as dimensões para o projeto”, esclareceu.
As obras definitivas começaram somente em julho e, desde lá, entre outras melhorias, dois pilares foram reconstruídos. A Concepa investiu cerca de R$ 500 mil apenas na recuperação emergencial. Hirsch disse que o bloqueio deste final de semana será necessário para que não haja vibração durante a concretagem. Segundo ele, a passagem de veículos poderia provocar fissuras no material. Depois de domingo, o fluxo será liberado somente em duas das três faixas. O bloqueio permanece para a estabilização da obra e limpeza da pista.