O índice de 75% é considerado ideal pela EPTC para atender toda a população de Porto Alegre. Os coletivos da Carris e da STS operam parcialmente. Os veículos da Unibus circulam quase em sua totalidade. Entretanto, o impasse maior é com a Conorte, que ainda opera com baixo número de carros. Os lotações seguem operando com atendimento normal e a EPTC autorizou que os passageiros sejam transportados de pé.
Logo no começo desta sexta-feira, a EPTC informou que somente 10% da frota estava nas ruas para atender a população. Poucos ônibus foram vistos circulando por Porto Alegre, enquanto as lotações estavam cheias. Na garagem da Carris, na zona Leste da Capital, os coletivos saíram pelo portão lateral, enquanto cerca de 100 funcionários permaneceram com os braços cruzados.
Depredações
A Carris informou que três ônibus foram depredados e um passageiro ficou ferido durante as manifestações. O primeiro coletivo pertence à linha T4 e foi alvo de um tijolo, que quebrou uma das janelas do veículo e atingiu um passageiro que estava sentado. O incidente aconteceu na altura da rua Dom Diogo de Souza, em local próximo à avenida Assis Brasil. O usuário do transporte público foi encaminhado para o hospital Cristo Redentor e já foi liberado.
Outro ônibus foi atingido por uma pedra, quando fazia o trajeto regular da linha T6, sentido Norte-Sul, na avenida Baltazar de Oliveira Garcia. Segundo o motorista, o ataque aconteceu no momento do fechamento das portas do veículo. O vidro da janela lateral direita, próxima ao cobrador, foi quebrado. No trajeto da mesma linha, mais um ônibus foi atingido na lateral por uma pedra, na rua Guadalajara, bairro Jardim Itu Sabará. A lataria foi furada pelo objeto.