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Funcionários bloqueiam portão da CEEE durante protesto em Porto Alegre

Empresa e sindicato retomarão negociação do dissídio da categoria na quarta-feira

Funcionários da CEEE realizaram assembleia em frente à sede da empresa, na Capital
Funcionários da CEEE realizaram assembleia em frente à sede da empresa, na Capital Foto : André Ávila
Cerca de 300 trabalhadores do setor de atendimento e manutenção da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) realizaram, na manhã desta segunda-feira, uma manifestação em frente à sede da empresa. A categoria defende a concessão de aumento pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com repercussão em todos os benefícios, além da manutenção do Plano de Participação nos Resultados (PPR) até 2014. Além disso, os trabalhadores pedem que o do Plano de Cargos e Salários (PCS) seja refeito.

Durante o protesto, o grupo bloqueou o portão de entrada da empresa, na avenida Joaquim Porto Villanova, no bairro Jardim do Salso, a partir das 7h30min, e impediu o acesso de outros servidores ao prédio. Depois de duas horas, em assembleia realizada em frente ao portão da CEEE, os servidores decidiram aguardar os resultados da reunião sobre o dissídio da categoria, marcada entre a direção do Sindicato dos Eletricitários do Rio Grande do Sul (Senergisul) e a empresa para a próxima quarta-feira.

O presidente do Senergisul, Danilo Garcia, informou que na quarta-feira haverá uma paralisação nas unidades da empresa no interior do Estado, enquanto ocorre a reunião. O sindicato também exigiu no encontro a presença do diretor-presidente da CEEE, Sérgio Souza Dias, a fim de discutir questões relativas ao dissídio 2013. A CEEE informou que a reunião com a diretoria do sindicato terá a presença dos diretores administrativo e financeiro da companhia. Segundo Garcia, caso não ocorra um acordo os servidores entrarão em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira.

O ato desta segunda-feira ainda causou congestionamento na avenida Ipiranga no sentido Centro/bairro, a partir da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS). Durante duas horas, os fiscais da EPTC tiveram trabalho para controlar o trânsito que ficou completamente parado.

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