Na sexta-feira já havia ocorrido manifestação para reivindicar as mesmas questões. Na ocasião, o secretário da Sema, Hélio Corbellini, disse que um laudo da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), elaborado após o acidente, diagnosticou que não houve abalos estruturais. No entanto, mesmo com esse documento, os servidores dizem não se sentir tranquilos. “Isso não nos acalmou, porque foi uma inspeção somente visual”, explicou o presidente em exercício da Associação dos Servidores da Fepam (AsFepam), Estevão Segalla.
O chefe do Serviço de Infraestrutura da Fepam, Emerson Klimach, lembrou que a preocupação maior é com o risco de ocorrerem outros incêndios, pois não há saídas de emergência, segundo ele, nem treinamento dos funcionários. Ainda na sexta-feira, o secretário da Sema já havia admitido que o espaço não tinha Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio. “Assim como outros prédios, esse não tem. Estamos em um processo de contratação desde novembro e essa é uma preocupação da Secretaria de Administração”, explicou.
Os servidores da Fapergs fizeram os mesmos questionamentos. Representante dos servidores em um grupo de trabalho montando para debater a questão do prédio, o técnico científico Marco Pereira destacou que aguarda providências do governo e transferência dos trabalhadores.