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Funcionários de banco terão avaliação psicológica

Trabalhadores pediam mais segurança após assalto com reféns em Porto Alegre

Equipamentos foram queimados pelos bandidos
Equipamentos foram queimados pelos bandidos Foto : Milton Simas / SindBancários / CP
A agência do banco Bradesco na Avenida da Azenha, em Porto Alegre, segue fechada nesta sexta-feira em razão do assalto ocorrido nessa quinta-feira. Devido ao abalo emocional dos funcionários que foram feitos reféns, os envolvidos passarão por avaliações psicológicas para garantir que tenham condições de voltar ao trabalho, conforme o presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, Mauro Salles.

Representantes do sindicato permaneciam em frente à agência nessa manhã. A reivindicação é por mais segurança para que o local seja reaberto. Além disso, o circuito interno de câmeras de vigilância precisa ser consertado, já que foi danificado pelos assaltantes. Na segunda-feira, a entidade pretende se reunir novamente para avaliar se será possível a reabertura. Para Sales, a população não será prejudicada, já que há diversas agências do Bradesco que podem prestar os serviços.

A agência foi assaltada na tarde dessa quinta-feira, quando 35 pessoas foram mantidas reféns durante quatro horas por três criminosos. Os suspeitos entraram no local se passando por clientes e usando uma cadeira de rodas. Durante a ação, computadores e outros equipamentos foram queimados.

A tentativa de assalto ao Bradesco foi o ataque com maior número de reféns nos últimos seis anos no Rio Grande do Sul, segundo dados do sindicato da categoria. Em 2012, já foram registrados 12 assaltos em bancos do Estado. O número supera as 10 ocorrências registradas nos meses de janeiro e fevereiro do ano passado.

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