O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) aponta que o objetivo da administração do hospital é transformar a área da Unidade Matilde em setor administrativo. Conforme a curadora do hospital, Gislaine Alves, as outras casas não apresentam profissionais suficientes para atender os pacientes. Além disso, alguns moradores já residem há 20 anos no São Pedro e apresentam vínculo afetivo com os cuidadores. A curadora aponta que “está ocorrendo um claro desmontamento do hospital” psiquiátrico.
A curadora informa ainda que há ampliação de mortes nas outras casas de tratamento. Segundo Gislaine, 3% dos pacientes que seguiram tratamento tradicional no São Pedro morreram. Já nas demais instituições, os óbitos chegam a 12%.
A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do hospital, que é vinculado à Secretaria Estadual de Saúde, mas ainda não obteve retorno.