Os grevistas alegam que o processo de implantação do Postal Saúde, gerenciado por uma subsidiária dos Correios, vai diminuir os benefícios da categoria e encarecer o serviço. “Atualmente pagamos 10% sobre as consultas e procedimentos realizados, mas se não utilizarmos não pagamos nada. Agora querem que paguemos taxas mensais e impedir os dependentes. É um corte injusto com a categoria que tem muitos problemas de pele e de coluna”, sustenta.
O movimento também reivindica a modificação nos horários de entregas que atualmente acontecem a partir das 13h. Os trabalhadores vão manter a mobilização nas agências na próxima segunda-feira e devem realizar assembleia para definir a continuidade do movimento.
Os Correios informaram que não há ilegalidade nas modificação do plano de saúde. A estatal afirma que seguiu determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) para regulamentar o benefício. A empresa alega que os benefícios serão mantidos, incluindo cadastro de dependentes, rede credenciada e cobertura de procedimentos.