Os servidores do Estado pedem aumento de 47,8%, considerando as perdas históricas, reposição da inflação e aumento real, a contratação de 110 mil trabalhadores em todo o País, manutenção do plano de saúde da categoria e o fim das terceirizações. Entretanto, de acordo com o secretário-geral do Sintect/RS, Vitor Rittmann, a orientação do comando nacional da categoria é pela manutenção da paralisação.
Os números sobre a adesão ao movimento novamente divergem entre a classe e a ECT. A entidade estima que a mobilização neste segundo dia de paralisação teve leve aumento, mas gira em torno de 70% dos profissionais em algumas unidades. Já os Correios prometem um novo baçanço sobre a adesão. Ontem, segundo a empresa, a paralisação atingiu 11% dos 8 mil profissionais.
Além do Rio Grande do Sul, sindicatos de outros sete estados – Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pernambuco e Paraíba – decidiram paralisar os serviços. As atividades em São Paulo e no Rio representam 50% do fluxo nacional das encomendas.