Maria Ribeiro criou o Patronato nos anos 30, pouco depois de ficar viúva. Para isso, usou seus recursos financeiros, o que desagradou a seu pai, um fazendeiro de Pelotas. Na época em que fundou a instituição, Maria trabalhava no Presídio Central.
Em 8 de outubro de 1947, quando ocorreu uma sessão solene de fundação do Patronato, foi escolhido o nome do criminalista João da Costa Lima Drummond para emprestar o nome à instituição.