Moradora de Gravataí, ela sofria de gigantismo e media 2,38 metros de altura. Oficialmente, segundo o "Guinness", o livro dos recordes, o título pertence à chinesa Yao Defen, de 2,34 metros. Kátia sofria de uma doença rara que aumentava o funcionamento das células do crescimento.
A mãe descobriu a disfunção ao levá-la, antes dos 3 anos de idade, a um especialista. Na época, a menina já tinha o dobro do tamanho da irmã, de 5 anos. Kátia parou de crescer pouco antes de entrar na idade adulta. Foi quando desenvolveu a acromegalia, doença crônica que leva ao crescimento desordenado das extremidades do corpo.
Conforme informações da Funerária Cachoeirinha, responsável pelo sepultamento de Kátia, um caixão especial foi confeccionado para ela. O objeto mede 2,40 metros de altura por 0,85 centímetros de largura.