Machado relata que o primeiro dia após o desembarque em solo gaúcho é de descanso. Após 30 horas sem dormir, desde a colisão do navio, a ideia é recomeçar. “Aguardamos a posição efetiva da empresa e também do governo brasileiro, que até agora não entrou em contato. Por enquanto, iremos nos organizar por aqui. Minha filha e os outros precisarão recomeçar, fazer nova carteira de identidade, passaporte e tudo mais”, explica.
Em entrevista coletiva, o presidente da Costa Crociere, Pier Luigi Foschi, afirmou nesta manhã que o acidente o desastre já causou um prejuízo de 93 milhões de dólares (cerca de R$ 166 milhões) de danos “imediatos”. Fosch relatou que os passageiros do navio poderão solicitar o ressarcimento de todos os prejuízos, incluindo o preço da passagem, os danos derivados da perda das bagagens, o reembolso das despesas tidas com o retorno antecipado a suas casas.
Nos próximos dias, um comitê de proteção aos passageiros instituído pela Casa do Consumidor de Gênova se reunirá com a companhia de navegação para avaliar como a empresa lidará com a situação.