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Para o superintendente da Metroplan, Oscar Escher, existe a confiança de que a manifestação será pacífica e, sobretudo, de que não há interesse dos participantes em prejudicar outros estudantes e trabalhadores. “Trata-se de um movimento democrático, que está pleiteando direitos sociais. Não acreditamos que estas pessoas tenham vontade de atrapalhar a liberdade das outras”, declarou Escher. Ele destacou que a Metroplan reforçará o contingente de fiscalização.
O diretor de transporte da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Carlos Pires, garantiu que a Capital terá tráfego normal de coletivos em todas as linhas. Pires afirmou que a EPTC acompanhará a manifestação, promovendo os desvios e bloqueios necessários para permitir a circulação onde o itinerário colidir com o trajeto do protesto.
Entre os representantes dos servidores, a manifestação também é positiva sobre a operação da frota. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Porto Alegre informou que os motoristas e cobradores deverão atuar normalmente. A ressalva, segundo o presidente Julio Gamaliel, é para casos de ameaça à integridade do trabalhador. “Se houver risco, a recomendação é para que os colegas se protejam, mesmo que isso signifique interromper a viagem para garantir segurança a todos”, indicou.