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GHC entra na justiça para tentar evitar greve dos servidores

Paralisação nos hospitais do Grupo foi programada para esta quarta

A direção do Grupo Hospital Conceição (GHC) protocolou nesta manhã, na Justiça do Trabalho, um pedido para que a greve dos servidores da instituição de saúde, anunciada para começar nesta quarta-feira, seja declarada abusiva. O recurso vai ser analisado nesta tarde. Uma reunião realizada durante a manhã na Procuradoria-Geral do Trabalho, em Porto Alegre, entre sindicalistas e diretores do GHC para tentar um acerto entre as partes, terminou sem acordo.

Se a greve for confirmada, o atendimento ficará reduzido nos hospitais Conceição, da Criança Conceição, Cristo Redentor e Fêmina, além da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Moacyr Scliar e das 12 unidades básicas administradas pelo GHC. Conforme o Sindisaúde-RS, a expectativa é de adesão "expressiva" entre os 7 mil trabalhadores do grupo. Dessa forma, apenas casos graves devem ser atendidos nas emergências das instituições e os demais serão encaminhados para outros hospitais ou postos da Capital.

Outros serviços como cirurgias eletivas e consultas médicas também devem ser afetados, já que dependem do apoio de técnicos que anunciaram greve. O sindicato garante que a lei da greve vai ser respeitada deixando 30% do efetivo mantido para atender pacientes.  Os trabalhadores pedem isonomia com médicos e dentistas, que fizeram acordo com os empregadores.


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