Se a greve for confirmada, o atendimento ficará reduzido nos hospitais Conceição, da Criança Conceição, Cristo Redentor e Fêmina, além da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Moacyr Scliar e das 12 unidades básicas administradas pelo GHC. Conforme o Sindisaúde-RS, a expectativa é de adesão "expressiva" entre os 7 mil trabalhadores do grupo. Dessa forma, apenas casos graves devem ser atendidos nas emergências das instituições e os demais serão encaminhados para outros hospitais ou postos da Capital.
Outros serviços como cirurgias eletivas e consultas médicas também devem ser afetados, já que dependem do apoio de técnicos que anunciaram greve. O sindicato garante que a lei da greve vai ser respeitada deixando 30% do efetivo mantido para atender pacientes. Os trabalhadores pedem isonomia com médicos e dentistas, que fizeram acordo com os empregadores.