O repasse foi determinado em 2004 pelo ministério, que lançou contrato dos hospitais considerados de ensino. Desde 2006, os valores estão sendo enviados a prefeituras que entregam o dinheiro aos hospitais.
Em 2009, o GHC não recebeu nada e, em 2010, foram pagos apenas R$ 598 mil dos R$ 15 milhões que vieram do Ministério. O diretor administrativo financeiro do grupo acusa a prefeitura de desviar os valores e questiona porque outras instituições como Santa Casa e Hospital da PUC estão recebendo enquanto o Conceição não. Gilberto Barichello explicou que enquanto o dinheiro não chega, o atendimento no Cristo Redentor, Fêmina e Conceição fica prejudicado e as cirurgias podem ser canceladas.
A assessoria da Secretaria da Saúde de Porto Alegre afirmou que um novo contrato com termos aditivos será assinado nos próximos dias e os valores serão liberados. O contrato está em análise na Procuradoria Geral do Município. A prefeitura reconhece a dívida e propõe o pagamento dos valores de 2009 em 24 parcelas.