Único suspeito do assassinato, o réu ficou dois anos e meio preso, depois que provas periciais e o testemunho de um vigia noturno da rua onde o pai morava com a mulher indicaram a presença de Rugai no local do crime. Segundo o Ministério Público, o estudante assassinou o pai e a madrasta após uma briga sobre a administração da empresa. Rugai teria falsificado a assinatura do pai em cheques no nome da empresa. Ele foi expulso de casa cinco dias antes do crime.
Com informações da Agência Estado