Segundo o processo, as atletas compraram passagens de ida e volta, do Rio para Fortaleza, para participarem do Campeonato Brasileiro de Nado Sincronizado, em setembro de 2009. Elas venceram a competição, mas, ao tentarem retornar ao Rio, foram informadas por uma funcionária de que o bilhete que haviam comprado era de um voo que já havia decolado, diferentemente do que constava nos "Etickets".
As gêmeas tiveram de pagar a diferença para ingressar na próxima aeronave. O novo voo atrasou, "o que fez com que as atletas levassem mais de dez horas para chegar em casa", informou o Tribunal de Justiça do Rio. Segundo o desembargador, ficou comprovada a falha na prestação dos serviços.
"As autoras tiveram sentimento de desconforto, de constrangimento e até mesmo de exaustão extrema, pois são atletas e tinham acabado de participar de uma competição de nado extremamente desgastante, e experimentaram um desgaste, além de físico, emocional, em razão dos aborrecimentos causados", relatou o desembargador.