O governo do Estado apresentou ao Magistério proposta de reajuste salarial de 6%, divididos em duas parcelas. O Piratini oferece 4%, em setembro de 2010, e outros 2%, em março de 2011. A presidente do Cpers-Sindicato, Rejane de Oliveira, ficou de dar retorno ao Executivo ainda nesta noite. Afirmou, porém, que o índice e os prazos oferecidos são insuficientes. O Executivo manteve o piso emergencial de R$ 1,5 mil para a categoria.
Para que o projeto do Magistério possa ser apreciado na próxima semana, a Assembleia Legislativa fica de plantão até a meia-noite a fim de protocolar a matéria. O secretário estadual de Educação, Ervino Deon, enfatizou que a pasta tem o maior número de servidores do Estado e que o impacto da reposição chega a R$ 250 milhões na folha de pagamento. Os secretários da Educação e da Casa Civil, Otomar Vivian, alertaram o Cpers de que este é o limite suportável para não comprometer as finanças da atual e da futura administração.
Governo aguarda resposta do Magistério até meia-noite
Piratini propôs aos professores reajuste de 6%, em duas parcelas