"Essa é uma média, podem ser mais ou menos de mil professores que devemos acionar. Os demais também serão chamados, aos poucos, para substituir contratos emergenciais", adiantou Eulália. Mesmo com as convocações confirmadas, a garantia é de que o ano letivo comece ainda com menos de 10% dos aprovados trabalhando na sala de aula.
Ela também garante que os 13 mil devem ser chamados dentro do prazo de validade do concurso, que é de dois anos. A estimativa inicial, em 2013, era de dar início aos chamamentos ainda em outubro, o que não se efetivou.
Hoje, o Estado soma 71 mil professores na ativa, 50 mil deles aprovados em concurso.