Azevedo explicou que a reforma do ensino médio já é um assunto ultrapassado, pois as diretrizes para as alterações no currículo a partir de fevereiro já foram definidas pela Conferência Estadual de Educação, no começo de dezembro. Ele disse que no primeiro ano de governo a Secretaria conseguiu atender 16 dos 17 itens reivindicados pela categoria e que em 2012 será dada prioridade para o atendimento à principal reivindicação dos professores, que é a questão salarial. A presidente do Cpers, Rejane Oliveira, disse que não houve avanços na reunião de hoje.
Governo promete apresentar proposta salarial ao Magistério em janeiro
Presidente do Cpers, Rejane Oliveira, disse que não houve avanços na reunião
O secretário estadual de Educação (Seduc), José Clovis Azevedo, disse nesta quinta que o governo vai apresentar no fim de janeiro uma proposta sobre a implementação do piso nacional do magistério, que será feita de forma gradual até 2014. Segundo ele, a reunião de hoje com o Cpers serviu para demonstrar a continuidade do diálogo com os professores.
Azevedo explicou que a reforma do ensino médio já é um assunto ultrapassado, pois as diretrizes para as alterações no currículo a partir de fevereiro já foram definidas pela Conferência Estadual de Educação, no começo de dezembro. Ele disse que no primeiro ano de governo a Secretaria conseguiu atender 16 dos 17 itens reivindicados pela categoria e que em 2012 será dada prioridade para o atendimento à principal reivindicação dos professores, que é a questão salarial. A presidente do Cpers, Rejane Oliveira, disse que não houve avanços na reunião de hoje.
Azevedo explicou que a reforma do ensino médio já é um assunto ultrapassado, pois as diretrizes para as alterações no currículo a partir de fevereiro já foram definidas pela Conferência Estadual de Educação, no começo de dezembro. Ele disse que no primeiro ano de governo a Secretaria conseguiu atender 16 dos 17 itens reivindicados pela categoria e que em 2012 será dada prioridade para o atendimento à principal reivindicação dos professores, que é a questão salarial. A presidente do Cpers, Rejane Oliveira, disse que não houve avanços na reunião de hoje.