A gestante Adriana Cristiane Vargas Silveira, de 38 anos, grávida de quatro meses e que foi ferida durante tiroteio no domingo na Churrascaria Bigode, na Capital, recebeu alta nesta manhã do Hospital Cristo Redentor. O crime aconteceu na Avenida Sertório, zona Norte de Porto Alegre. Os outros dois feridos, Jaques Augusto Vargas, 39, e um adolescente de 13 anos, já haviam sido liberados da instituição.
Hoje, começam os depoimentos de testemunhas do assassinato de Edgard Vidaletti da Silva, de 35 anos, no estabelecimento localizado na Avenida Sertório, zona Norte de Porto Alegre. Cerca de 40 pessoas almoçavam no local. O crime é um mistério para a polícia. Silva foi morto a tiros por dois homens encapuzados que chegaram à churrascaria em uma bicicleta e fugiram a pé. A suspeita é de execução, já que nada foi roubado.
Segundo o delegado do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Guilherme Wondracek, responsável pelas investigações iniciais, a vítima, em princípio, não sofria ameaças e nem se envolveu recentemente em discussões. “Familiares garantiram que ele era uma pessoa tranquila, que praticava esportes e frequentava uma igreja”, disse o delegado. Em 2002, o homem foi acusado de estelionato, mas, conforme a Polícia, não houve instauração de inquérito, já que ele foi considerado inocente.
Os primeiros depoimentos serão cruciais para a Polícia estabelecer linhas de investigação sobre a possível execução. Na mesa onde Silva almoçava, estavam sentados dois filhos, a esposa e a mãe, que deverão ser ouvidas pela Delegacia de Homicídios do Deic.
Grávida ferida durante tiroteio em churrascaria recebe alta na Capital
Testemunhas de assassinato no estabelecimento começam a ser ouvidas hoje