Dudu contou que houve uma reunião informal, hoje à tarde, com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, a diretoria da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e das escolas prejudicadas com o incêndio – além da Grande Rio, Portela e União da Ilha.
Segundo ele, a Liesa se mostrou favorável à proposta de Paes de que nenhuma das agremiações seja rebaixada este ano. Mas a Grande Rio espera mais. “A gente não quer entrar sem vontade de ser campeão, é difícil. A comunidade quer estar na rua, mas competir não dá”, reafirmou. O fogo consumiu ao menos 4 mil fantasias, sete alegorias e seis tripés da Grande Rio.
Os presidentes das 12 escolas de samba do Grupo Especial se reúnem oficialmente à noite com a Liesa para definir como será o trabalho de reconstrução do Carnaval da Grande Rio, Portela e União da Ilha. A Cidade do Samba, construída em 2005, é conhecida como a fábrica do Carnaval carioca porque centraliza as principais atividades da festa - desde a montagem dos carros alegóricos até a fabricação de todos os adereços e fantasias. A Defesa Civil municipal informou que parte das construções deverá ser demolida.
Em mapa, confira onde fica a Cidade do Samba
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