O presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Rio Grande do Sul (Sinpef/RS), Paulo Paes, disse que a categoria priorizou três tipos de atendimento para a emissão de passaportes: os casos urgentes, pessoas acima dos 60 anos e quem está com viagem marcada para os próximos dias. “Quem não tem urgência, não procure os serviços da PF porque não será atendido”, destacou.
Segundo ele, o público não está sendo prejudicado em função da greve dos servidores da Polícia Federal: “O grande problema são as investigações que não estão sendo realizadas no Estado e no Brasil pelos agentes em função do não reconhecimento do governo federal dos servidores de nível superior”.
Na superintendência da PF e nas 13 delegacias do interior do Estado atuam 600 servidores entre agentes, papiloscopistas e escrivães. Na manhã desta segunda-feira, os grevistas ficaram concentrados na frente do prédio da sede do órgão e colocaram cartazes explicando os motivos da paralisação da categoria.
Na tarde da próxima terça-feira será realizada uma videoconferência organizada pela Federação Nacional dos Policiais Federais, em Brasília, para discutir com cada associado os rumos do movimento. Em Porto Alegre, a audiência será na sede do Sinpef/RS.