Conforme a presidente do Sintesa, Valéria da Becker, os professores aguardarão uma resposta concreta do Executivo até maio. Após essa data não está descartada uma segunda paralisação. “No início do ano, nos foi avisado que não poderíamos mais consumir a mesma merenda dos alunos, que é paga pelo governo federal, já que isso é inconstitucional. Diante disso, exigimos nossos direitos. A prefeitura aprovou (na Câmara) um projeto nos dando esse direito, que vai agora ser subsidiado pelo município, mas ainda vamos avaliar a legalidade dessa proposta”, comentou.
Questionada sobre o planejamento dos docentes para recuperar os 18 dias letivos perdidos, Valéria explicou que encaminhou um documento pedindo que o prefeito abone o ponto dos dias parados. Depois da resposta, a categoria pretende organizar, junto ao município, um calendário pedagógico.