A greve dos médicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Caxias do Sul já dura três semanas sem perspectivas de término. Os profissionais reivindicam da prefeitura um aumento do atual vencimento de R$ 2.257, para R$ 9.188, por uma carga horária de 20 horas. Na primeira semana da paralisação, o prefeito José Ivo Sartori disse que várias alternativas para a greve estavam em estudo, como a criação de uma organização social ou fundação.
A terceirização da saúde municipal é vista como uma solução a longo prazo pela secretária da Saúde de Caxias do Sul, Maria do Rosário Antoniazzi. Ela esclarece que o município já tem convênio com a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs) para contratação de especialistas, médicos da estratégia da saúde da família, saúde mental, entre outros profissionais.
O presidente do Sindicato dos Médicos de Caxias, Marlonei dos Santos, é favorável à criação de entidade nos moldes do Instituto Municipal de Estratégia da Saúde da Família, criado em Porto Alegre.
Greve dos médicos que atendem pelo SUS em Caxias já dura três semanas
Profissionais reivindicam aumento de salário