A paralisação, que já dura 70 dias, atinge 57 das 59 universidades federais do país e 33 dos 38 institutos tecnológicos. No RS, o movimento também prejudica o ano letivo nas universidades federais de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), assim como na Ufrgs, com a maioria dos docentes ligados ao Proifes-Sindicato, e as universidades de Santa Maria (UFSM), Rio Grande (Furg), Pelotas (Ufpel) e do Pampa (Unipampa), com professores filiados ao Andes.
Nessa terça, o Ministério do Planejamento apresentou uma nova proposta aos professores federais em greve, que deve ser analisada, nos próximos dias, em assembleias regionais. Pela oferta, o índice mínimo de reajuste salarial passa para 25%, concedido em parcelas entre março de 2013 e 2015. No texto anterior, o menor percentual era de 12% e o início do pagamento era previsto para julho do ano que vem.