O secretário explica que o prejuízo aos usuários só não foi maior porque uma parcela significativa do comércio permaneceu fechado, diminuindo a demanda de trabalhadores por ônibus. Na maior parte dos casos, a interrupção do serviço ocorreu por questões de segurança, conforme ele, já que os grevistas montaram piquetes em frente às garagens das empresas, impedindo a saída dos veículos.
Em alguns lugares ocorreram apedrejamentos, como em Pelotas, no Sul do Estado. O município foi o único do interior gaúcho a registrar paralisação dos ônibus devido à greve. Agora, as 33 empresas serão notificadas e terão que apresentar esclarecimentos sobre o ocorrido. Devido à situação verificada nos municípios, Busato deixa claro, porém, que não as concessionárias não devem ser punidas.